Wagner Padua

O fenômeno da globalização vem produzindo, em todo mundo, uma série de reflexos e consequências que, infelizmente, passam desapercebidas pela maioria. Fenômenos sociológicos, movimentos de massa, reações frenéticas contra isso ou aquilo vem se multiplicando em diversos países, como se uma grande parcela da população clamasse por algo…mas que clamor é esse?

A mais recente manifestação dos caminhoneiros no Brasil pode ser um exemplo desta manifestação de massa, motivada por uma grande sensação de perda, de exclusão, de um medo generalizado de que algo está acontecendo, de que uma boa parte da população está perdendo o jogo. Mas, que jogo é esse?

O jogo ao qual me refiro é a competição global por emprego, por salário, enfim pela sobrevivência. Nessa disputa, pouco importa se o viés é de esquerda ou direita, de uma classe social ou de outra. Fato é que todos buscam defender o seu lado, nessa cruel disputa competitiva pela sobrevivência no mundo moderno.

Os desafios do trabalho e da qualificação da mão de obra conflitam com os salários cada vez mais baixos.

No caso dos caminhoneiros, os fretes cada vez mais escassos e baratos, uma maior competitividade por mais caminhões e motoristas nas estradas, motivam a todos a correr atrás do seu “pedaço” no sistema. O que fazer? Há outra opção a seguir ou o que resta é uma incômoda sensação de que se está do lado perdedor?

Mas, afinal, quem são os perdedores? Essa é uma pergunta difícil de responder mas, certamente, são a classe menos favorecida da sociedade, com menos oportunidades, com baixa escolaridade, susceptível a ser engolida e ter seus trabalhos substituídos por máquinas e robôs. Aqueles que estão a mercê do caótico sistema de transporte público no Brasil ou que dependem do SUS para ter sua saúde de volta ou mesmo que estão nas filas em busca de uma vaga de emprego, que pode nem existir mais.

Um país é feito de seu povo. É preciso que os governantes tenham uma visão mais ampla do que está acontecendo no Brasil e no mundo, que tenham uma visão estratégica de país, que promovam o crescimento econômico, a educação efetivamente de qualidade, para gerar oportunidades de trabalho e renda, sem programas sociais emergenciais e patriarcais, que pouco resolvem o problema, só anestesiam…

É hora de inovar o Brasil!da globalização vem produzindo, em todo mundo, uma série de reflexos e consequências que, infelizmente, passam desapercebidas pela maioria. Fenômenos sociológicos, movimentos de massa, reações frenéticas contra isso ou aquilo vem se multiplicando em diversos países, como se uma grande parcela da população clamasse por algo…mas que clamor é esse?

A mais recente manifestação dos caminhoneiros no Brasil pode ser um exemplo desta manifestação de massa, motivada por uma grande sensação de perda, de exclusão, de um medo generalizado de que algo está acontecendo, de que uma boa parte da população está perdendo o jogo. Mas, que jogo é esse?

O jogo ao qual me refiro é a competição global por emprego, por salário, enfim pela sobrevivência. Nessa disputa, pouco importa se o viés é de esquerda ou direita, de uma classe social ou de outra. Fato é que todos buscam defender o seu lado, nessa cruel disputa competitiva pela sobrevivência no mundo moderno.

Os desafios do trabalho e da qualificação da mão de obra conflitam com os salários cada vez mais baixos.

No caso dos caminhoneiros, os fretes cada vez mais escassos e baratos, uma maior competitividade por mais caminhões e motoristas nas estradas, motivam a todos a correr atrás do seu “pedaço” no sistema. O que fazer? Há outra opção a seguir ou o que resta é uma incômoda sensação de que se está do lado perdedor?

Mas, afinal, quem são os perdedores? Essa é uma pergunta difícil de responder mas, certamente, são a classe menos favorecida da sociedade, com menos oportunidades, com baixa escolaridade, susceptível a ser engolida e ter seus trabalhos substituídos por máquinas e robôs. Aqueles que estão a mercê do caótico sistema de transporte público no Brasil ou que dependem do SUS para ter sua saúde de volta ou mesmo que estão nas filas em busca de uma vaga de emprego, que pode nem existir mais.

Um país é feito de seu povo. É preciso que os governantes tenham uma visão mais ampla do que está acontecendo no Brasil e no mundo, que tenham uma visão estratégica de país, que promovam o crescimento econômico, a educação efetivamente de qualidade, para gerar oportunidades de trabalho e renda, sem programas sociais emergenciais e patriarcais, que pouco resolvem o problema, só anestesiam…

 

É hora de inovar o Brasil!

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